Celular ou computador em casa
fevereiro 19, 2010 by admin
Filed under Sem medo de ser feliz

Um Casal na Inglaterra decidiu não usar televisao, celular ou computador em casa.
Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Miranda diz que gostaria que as crianças tivessem uma infância bacana e, no lugar dos gadgets, deveria entrar mais tempo livre para brincar, ler livros, pintar e… conversar! A regra inclui todos os filhos da família Jones, desde o Nestor, de 1 ano, até Joshua, de 17, que já trabalha meio período e estuda na Universidade de Cambridge.
Miranda afirmou que o maior problema foi lidar com as escolas que insistiam que as crianças não poderiam deixar de ter acesso à internet para fazer seus deveres em casa. No ambiente escolar, no entanto, o computador está liberado, mas em casas, as lições são feitas com ajuda de livros. Tudo indica que isso não foi nenhum trauma, pelo que diz Joshua, o filho mais velho. “Isso não interferiu na minha vida escolar e [com a proibição do computador] eu realmente comecei a ver mais meus amigos em vez de apenas falar com eles pela internet.”
Desde que casei eu e meu esposo temos evitado televisao aqui em casa e isto tem sido muito bom para o nosso relacionamento. Realmente estes aparelhos podem roubar muito nosso tempo de relacionamento.
Um abraço
Damares
O convívio antes do casamento não prepara o casal para a vida conjugal
fevereiro 16, 2010 by admin
Filed under Featured Content, Pensamentos Meus
Ao contrário do que indica o senso comum, morar junto para testar se o relacionamento dá certo pode não ser o melhor caminho para a felicidade. De acordo com o estudo do ano passado da Universidade de Denver (EUA), conduzido pelos psicólogos Galena Rhoades, Scott Stanley e Howard Markman, casais que dividem o mesmo teto antes de oficializarem a relação têm mais chances de se divorciar e registram uma percepção de relacionamento menos satisfatória do que os que esperaram pelo grande dia.
Para a psicóloga Mariana Chalfon, de São Paulo, um dos motivos pode ser a ausência do ritual. “A passagem que o casamento simboliza tem uma força maior do que as pessoas imaginam. Existe uma mobilização social cheia de símbolos que reforça esse impacto.” De acordo com o estudo, casais que passam a morar junto sem um comprometimento mais enfático com o casamento podem acabar continuando na relação por comodismo.
Uma das razões levantadas pela pesquisa é que seria mais difícil terminar o relacionamento quando se divide a mesma casa
antes do casamento. Outro problema subjacente que os pesquisadores encontraram é que casais que precisam “testar” a relação em geral já sabem ter algum problema que pode detonar a relação com o tempo.
Comedias Romanticas e Relacionamentos na Vida Real
fevereiro 11, 2010 by admin
Filed under Pensamentos Meus
No mes de novembro passado, eu dei um seminario de dois dias sobre sexualidade e neste eu mencionei sobre os danos que os filmes de Hollywood podem trazer para a noção de relacionamento romantico.
Nas comedias, tudo acontece muito rapido e de forma muito perfeita, sem muito trabalho e comprometimento. Como o ato da masturbação.
Sempre imaginei o que esta febre de filmes agua com acucar poderia estar trazendo para dentro dos relacionamentos.
Esta semana eu li um artigo que confirmou algumas das minhas teorias.
Segundo um estudo da Universidade Heriot-Watt, de Edimburgo, esse tipo de filme, com argumentos muito pouco plausíveis e finais felizes altamente improváveis, transmitem uma falsa sensação de “relações perfeitas” e expectativas nada realistas.
Os cineastas simplificam também excessivamente o processo deiniciar o relacionamento e dão a impressão de que é algo que se consegue sem nenhum esforço por parte do casal.
Os psicólogos chegaram à conclusão de que as pessoas que gostam de comédias românticas muitas vezes não conseguem uma comunicação eficaz com seus parceiros.”
“Embora a maioria saiba que é pouco realista esperar que um relacionamento seja perfeito, alguns continuam sendo muito mais influenciáveis do que achamos pela forma como o cinema ou a TV apresentam essas relações”, acrescenta o especialista.
A idéia de que é necessário investir tempo e energia em uma relação não é precisamente popular entre os cineastas, critica.
Segundo Kimberley Johnson, outra psicóloga que participou do estudo, “os filmes refletem a emoção que acompanha uma nova relação, mas dão a entender equivocadamente que a entrega amorosa e a confiança acontecem desde o momento em que duas pessoas se conhecem, quando são qualidades que normalmente levam anos a se desenvolver”.
Nos filmes tudo eh rapido e perfeito. Na vida real, precisamos de nos esforcar muito mais para que possamos construir um relacionamento saudavel. Precisamos tomar cuidado com estes momentos de masturbacao de nossas emoções.
Na masturbação, não temos que nos comprometer com ninguem. O objetivo eh ter prazer e pronto. Em um relacionamento a dois e necessario muito mais.
Socorro, o dente do meu filho amoleceu! ;)
fevereiro 11, 2010 by admin
Filed under Sem medo de ser feliz
Hoje Mateus me mostrou seu primeiro dentinho mole. Buaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!
Fiquei arrazada! Afinal ele ainda eh o meu baby, mesmo com 7 anos de idade. O sentimento que tive foi de perda. Um milhão de questionamento veio na minha cabeca: Será que estou gastando o tempo que devia com meus filhos? Estou sendo uma mãe responsavel e atenciosa? Será que estou padecendo no paraiso? Será que estou estudando com eles o tempo devido? Motivando, encorajando o suficiente? Estou sendo eu exemplo de vida pra eles? To fazendo tudo certo? Quais os traumas que estou causando? Sou realista o suficiente prá saber que não sou perfeita. Será que eles vão ter orgulho de mim? Outro dia percebi o Mateus com vergonha de me dá um beijo na escola e acreditem se quiser, mas eu fiquei magoada. rsrsr Coisas de mãe neh? A minha limitação e certeza de que por mais que eu queira fazer tudo certinho eu não vou consequir. Este sentimento me traz um nó na garganta e lágrimas nos olhos. Antes de dormir Mateus veio me perguntar se eu estava feliz com o dentinho dele. Eu disse que sim e escondi meu rosto prá que ele nao percebesse como nós adultos somos complicados.

